Uma agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF), de 43 anos, foi presa na noite desta quarta-feira (7), em Filadélfia, no norte da Bahia. Segundo informações divulgadas sobre o caso, a mulher era procurada após descumprir uma decisão judicial relacionada à guarda do filho, de 6 anos.
A prisão ocorreu em um hotel da cidade. Dois mandados judiciais foram cumpridos contra a investigada.
O caso tramita sob segredo de Justiça e envolve questões familiares. Por isso, as autoridades não divulgaram informações que possam expor a criança ou outros detalhes do processo.
Agente estava sendo procurada desde maio
Segundo informações apuradas pela imprensa local, a mulher estaria sendo procurada desde maio, quando a Justiça determinou a guarda da criança ao pai.
Ainda conforme as informações divulgadas, ela teria passado por diferentes estados durante o período em que permaneceu longe das autoridades.
A investigada teria passado pelo Rio de Janeiro, Pernambuco e Distrito Federal, além de permanecer em pousadas e em casas de conhecidos.
A polícia conseguiu localizar a agente em Filadélfia e cumpriu o mandado de prisão preventiva.
Medidas protetivas também teriam sido descumpridas
Durante o cumprimento da ordem judicial, as autoridades identificaram ainda o descumprimento de medidas protetivas relacionadas à criança.
No entanto, como o processo tramita em sigilo, não foram divulgados detalhes sobre o conteúdo das medidas nem sobre as circunstâncias específicas do suposto descumprimento.
A investigação permanece sob responsabilidade das autoridades competentes.
PRF confirma prisão e preserva informações do caso
Em nota, a Polícia Rodoviária Federal confirmou que cumpriu um mandado de prisão preventiva contra uma policial rodoviária federal em Filadélfia.
Segundo a corporação, a ordem partiu do Tribunal de Justiça de Pernambuco e o caso possui natureza estritamente familiar.
A PRF também informou que o processo tramita sob segredo de Justiça e, por envolver uma criança, não divulgará informações adicionais.
A corporação afirmou ainda que adotou os procedimentos legais cabíveis e permanece à disposição das autoridades responsáveis pelo caso.
Investigada foi encaminhada ao sistema prisional
Após a prisão, a agente foi encaminhada ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.
Agora, o processo deverá seguir os trâmites determinados pelo Judiciário de Pernambuco.
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Como o caso envolve uma criança e tramita em segredo de Justiça, novas informações só devem ser divulgadas pelas autoridades caso não comprometam a proteção da criança nem o andamento do processo.



