Um ex-sargento do Exército Brasileiro foi preso em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, suspeito de integrar uma organização criminosa e comercializar armas de fogo de uso restrito das Forças Armadas. A prisão ocorreu nesta quinta-feira (15), durante a Operação Eixo Norte, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia.
O investigado foi identificado como Marcos Vinícius. Segundo as informações divulgadas, os policiais o localizaram em um condomínio na região de Abrantes. A operação tem como objetivo cumprir mandados judiciais contra pessoas procuradas pela Justiça.
Ex-militar é investigado por comércio ilegal de armas
De acordo com as informações da operação, Marcos Vinícius é suspeito de envolvimento com uma organização criminosa e de comercializar armamentos de uso restrito do Exército.
A ação é coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic). No entanto, os detalhes sobre a suposta participação do ex-sargento no grupo criminoso e a origem das armas investigadas não foram divulgados no material apresentado.
Por isso, a apuração deverá esclarecer a extensão das atividades atribuídas ao suspeito e identificar possíveis envolvidos.
Operação também prende suspeitos de furtos e estupro de vulnerável
Além do ex-militar, outras duas pessoas foram presas em Camaçari durante a Operação Eixo Norte.
Uma mulher é investigada por mais de 40 furtos na Bahia e em Sergipe. Já o terceiro preso é um homem suspeito de estupro de vulnerável, que era considerado foragido da Justiça de São Paulo.
As prisões ocorreram no cumprimento de ordens judiciais expedidas pelo Poder Judiciário da Bahia, de Sergipe e de São Paulo.
Três investigados ficam à disposição da Justiça
Após as prisões, os três investigados foram encaminhados à Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), onde passaram pelos procedimentos legais.
Eles permanecem à disposição da Justiça. Enquanto isso, as equipes policiais continuam as diligências para localizar outros dois alvos da operação.
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A investigação segue em andamento. Até que haja uma decisão judicial definitiva, os suspeitos têm direito à presunção de inocência.



