Um encontro entre amigos terminou em morte na zona rural de Ipecaetá, no interior da Bahia. Quase um mês após o crime, um homem de 33 anos foi preso preventivamente, na segunda-feira (19), suspeito de matar a tiros o próprio amigo e compadre, Gilmar Pedreira dos Santos, de 35 anos.
O homicídio aconteceu em 27 de setembro, em um bar localizado na Fazenda Candeal. Segundo testemunhas ouvidas pela polícia, os dois estavam bebendo juntos desde o dia anterior. Durante uma brincadeira no estabelecimento, Gilmar teria apalpado as nádegas do amigo, que teria reagido com violência.
Brincadeira teria terminado em discussão e disparo
De acordo com os relatos reunidos durante a investigação, o contato físico teria provocado uma reação do suspeito. Os dois se envolveram em uma discussão e, na sequência, o homem teria atirado contra Gilmar.
A vítima foi atingida por um disparo na região do rosto, próximo ao ouvido esquerdo. Testemunhas relataram ter ouvido o tiro e visto o investigado deixar o local em uma motocicleta.
O proprietário do bar e um familiar de Gilmar estavam no estabelecimento no momento do homicídio.
Câmera de segurança pode ajudar na investigação
O estabelecimento possui uma câmera de segurança, mas o proprietário não soube informar aos investigadores se o equipamento estava funcionando ou se registrou o momento do crime.
As informações reunidas a partir dos depoimentos das testemunhas contribuíram para a investigação, que avançou até a expedição do mandado de prisão preventiva contra o suspeito.
Suspeito foi preso em Santo Estêvão
A prisão preventiva foi cumprida na segunda-feira (19), por equipes das delegacias territoriais de Santo Estêvão e Ipecaetá. O homem foi localizado em via pública, na Rua Alaíde Rocha Lobo, em Santo Estêvão.
O mandado foi expedido pela Vara Criminal, do Júri, de Execuções Penais e da Infância e Juventude da comarca.
Após os procedimentos policiais, o investigado foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Caso segue sob responsabilidade da Justiça
A prisão representa um avanço na investigação da morte de Gilmar Pedreira dos Santos. Agora, o caso seguirá os trâmites judiciais para apuração da responsabilidade do suspeito.
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Embora os depoimentos indiquem que a discussão teria começado durante uma brincadeira, a motivação e as circunstâncias do homicídio serão analisadas no decorrer do processo.


