O nome de Pedro Henrique Sales, de 21 anos, voltou a repercutir nas redes sociais após uma conta atribuída a ele anunciar a intenção de criar um perfil no OnlyFans, plataforma de conteúdo por assinatura. O jovem é investigado por importunação sexual após um episódio ocorrido em uma academia de condomínio, em Feira de Santana, na Bahia.
Além do anúncio, publicações atribuídas ao investigado trazem mensagens sobre recomeço, aprendizado e uma nova oportunidade de seguir em frente. No entanto, até o momento, não há confirmação independente de que o perfil no OnlyFans tenha sido efetivamente criado.
Caso aconteceu em academia de condomínio
O episódio que levou à investigação ocorreu em 19 de julho de 2026, na academia do condomínio Reserva do Buriti, em Feira de Santana. Na ocasião, uma moradora gravou o momento em que o jovem aparece se masturbando atrás dela enquanto ela treinava.
As imagens foram divulgadas nas redes sociais e provocaram grande repercussão. Após o caso, Pedro Henrique passou a ser investigado por importunação sexual.
Em uma publicação recente atribuída a ele, uma mensagem fala sobre seguir em frente e aprender com as experiências do passado.
“Recomeçar também é uma forma de coragem. Hoje sigo em frente, mais consciente, mais forte e com vontade de viver tudo o que ainda está por vir. O passado ensina, mas é o futuro que me espera. Estou de volta”, diz o texto.
Jovem foi preso e deixou unidade prisional em outubro
Após a repercussão do episódio, Pedro Henrique ficou foragido. No entanto, ele foi preso em 24 de julho, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.
O jovem permaneceu preso por cerca de dois meses. Em 28 de setembro, a Justiça revogou a prisão preventiva. Apesar da decisão, ele só deixou a unidade prisional em 2 de outubro.
Desde então, responde ao processo em liberdade, sob medidas cautelares determinadas pela Justiça.
Justiça impôs restrições ao investigado
Entre as medidas impostas estão o uso de tornozeleira eletrônica, a proibição de entrar no condomínio onde ocorreu o episódio e a restrição de aproximação ou contato com a vítima.
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As condições permanecem como parte das determinações judiciais relacionadas ao processo. O caso segue sob a esfera da Justiça, e o investigado deve ser tratado como suspeito, respeitando-se a presunção de inocência.


