O desaparecimento de Júlio Cesar Cerqueira da Silva Júnior, de 26 anos, mobiliza familiares e provoca apreensão no Recôncavo Baiano. O jovem sumiu na terça-feira (27), depois que quatro homens invadiram a casa da namorada dele, no distrito de São Roque do Paraguaçu, em Maragogipe.
Segundo informações preliminares, os suspeitos amarraram as mãos, os pés e o pescoço da vítima antes de retirá-la da residência. Em seguida, o grupo teria levado o rapaz para uma área de matagal. Desde então, os familiares não conseguiram contato e seguem sem informações concretas sobre o paradeiro dele.
Mãe registrou ocorrência e família busca respostas
Júlio morava em Salvador, mas trabalhava no porto de São Roque do Paraguaçu. Além disso, mantinha um relacionamento recente com a mulher que estava na residência no momento do sequestro.
A mãe do jovem mora em Santo Antônio de Jesus e procurou a Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência. Enquanto isso, parentes e amigos tentam reunir informações que ajudem a localizar o rapaz.
A mãe relatou que conversou com o filho pela última vez na segunda-feira (26). Na ocasião, Júlio teria comentado sobre uma questão relacionada ao trabalho e dito que pretendia visitá-la no dia seguinte. No entanto, ele desapareceu antes de cumprir o combinado.
Suspeita sobre participação de facção não foi confirmada
Informações preliminares levantaram a hipótese de participação de integrantes de uma organização criminosa no desaparecimento. Entretanto, até o momento, não há confirmação oficial sobre a autoria ou a motivação do sequestro.
A Polícia Civil investiga o caso, mas não divulgou detalhes que permitam esclarecer quem participou da ação ou onde os suspeitos levaram o jovem.
Família pede ajuda para localizar o jovem
A família continua em busca de informações e espera que a divulgação do caso ajude a encontrar Júlio Cesar. Qualquer detalhe sobre o paradeiro do rapaz pode contribuir com as investigações.
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Quem tiver informações deve procurar uma unidade da Polícia Civil ou acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. O caso segue sem desfecho conhecido até a última atualização desta reportagem.


