O Ministério Público da Bahia (MP-BA) investiga uma suspeita de comercialização ilegal de acesso à internet no Presídio de Salvador, localizado no Complexo Penitenciário da capital baiana. A apuração busca esclarecer quem estaria cobrando dos detentos pelo uso de uma rede Wi-Fi dentro da unidade prisional.
Segundo informações divulgadas sobre o caso, policiais penais estariam entre os possíveis envolvidos no esquema. No entanto, a suspeita ainda precisa ser comprovada, e não há confirmação de responsabilidade individual até o momento.
Investigação começou após apuração preliminar
O MP-BA instaurou um inquérito civil em 19 de outubro de 2026, após uma apuração preliminar iniciada em abril deste ano.
A investigação pretende identificar os responsáveis pela possível comercialização do serviço. Além disso, os investigadores buscam rastrear eventuais movimentações financeiras e verificar se outras pessoas participaram da prática.
O caso levanta questionamentos sobre o controle do acesso à internet dentro do sistema prisional e sobre possíveis irregularidades na prestação desse tipo de serviço aos custodiados.
Seap ainda não havia se manifestado
Até a última atualização das informações divulgadas, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap-BA) não havia se pronunciado sobre a investigação.
Enquanto isso, o inquérito segue em andamento. As autoridades deverão reunir informações para esclarecer como o acesso à internet teria sido oferecido, quem poderia estar envolvido e se houve cobrança irregular dos internos.
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Por enquanto, a investigação apura suspeitas, e eventuais responsabilidades dependerão dos elementos reunidos durante o procedimento.


