Uma viagem de avião terminou em prisão após a Polícia Federal encontrar quase 34 quilos de skunk, conhecido como “supermaconha”, escondidos em duas malas no Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Recife, Pernambuco.
A suspeita, uma mulher de 25 anos, foi presa na quinta-feira (8), durante uma fiscalização de bagagens. Segundo a Polícia Federal, ela seguia de Manaus, no Amazonas, para Fortaleza, no Ceará, e faria uma escala na capital pernambucana.
De acordo com as informações divulgadas, a mulher receberia R$ 7 mil para transportar e entregar o entorpecente no destino final.
Raio X identificou a droga nas malas
A apreensão começou quando os agentes identificaram material suspeito durante a passagem das bagagens pelo aparelho de raio X.
Em seguida, os policiais realizaram a verificação e um exame confirmou a presença do entorpecente. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 33,9 quilos de skunk, distribuídos em duas malas.
O skunk é uma variedade de cannabis conhecida pela concentração geralmente mais elevada de THC, substância responsável pelos efeitos psicoativos da planta.
Suspeita receberia R$ 7 mil pelo transporte
Natural de Manaus, a mulher viajava em um voo doméstico com destino a Fortaleza. No entanto, a escala em Recife terminou com a abordagem policial e a apreensão da droga.
Segundo a Polícia Federal, ela receberia R$ 7 mil pela entrega do material. As informações divulgadas não detalharam quem teria contratado o transporte nem quem receberia o entorpecente no Ceará.
Por isso, eventuais desdobramentos da investigação poderão esclarecer a origem da droga e a participação de outras pessoas no esquema.
Mulher foi autuada por tráfico interestadual
A Polícia Federal autuou a suspeita em flagrante por tráfico interestadual de entorpecentes. Após a prisão, ela foi encaminhada para audiência de custódia e permaneceu à disposição da Justiça.
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A legislação brasileira prevê pena de reclusão de cinco a 15 anos para o crime de tráfico de drogas. A aplicação da pena depende das circunstâncias apuradas e da decisão judicial.
O caso segue sob responsabilidade das autoridades competentes.



