Uma operação realizada em Salvador nesta quarta-feira (14) resultou na apreensão de mais de 3,4 mil acessórios eletrônicos com indícios de falsificação. Os produtos reproduziam símbolos da marca Apple sem autorização e estavam disponíveis para comercialização em estabelecimentos da capital baiana.
Batizada de Operação Maçã, a ação reuniu equipes da Polícia Civil da Bahia e da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon). O objetivo foi fiscalizar pontos de venda, verificar a procedência das mercadorias e apurar possíveis irregularidades nas atividades comerciais.
Mais de 3,4 mil produtos foram apreendidos
Durante as fiscalizações, os agentes recolheram milhares de acessórios que apresentavam indícios de comercialização de produtos contrafeitos. Ao todo, foram apreendidos:
- 2.419 capas para celulares;
- 742 cabos;
- 299 carregadores;
- 35 fones de ouvido;
- Quatro fontes de alimentação.

Segundo as informações da operação, os produtos ostentavam símbolos da Apple sem a devida autorização. Por isso, o material foi recolhido para análise e adoção das medidas legais cabíveis.
Polícia e Procon fiscalizaram estabelecimentos
A operação foi coordenada pela Delegacia de Defesa do Consumidor (DECON), unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC).
Durante as diligências, policiais civis e fiscais do Procon vistoriaram tanto os acessórios expostos nas prateleiras quanto os produtos armazenados nos estoques dos estabelecimentos.
Além de verificar a possível falsificação, as equipes buscaram informações sobre a origem das mercadorias e o cumprimento das normas de defesa do consumidor.
Responsáveis foram encaminhados para depoimento
Todo o material apreendido foi contabilizado e identificado individualmente para auxiliar nas investigações e nos procedimentos administrativos e periciais.
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Os responsáveis pelos estabelecimentos foram encaminhados para prestar depoimento. Além disso, os acessórios passarão por perícia técnica, que deverá contribuir para esclarecer as irregularidades identificadas durante a fiscalização.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre prisões relacionadas à operação.



