Um homem de 49 anos foi preso nesta terça-feira (29), em Salvador, investigado por estupro de vulnerável contra a própria enteada, uma adolescente de 12 anos.
Segundo a Polícia Civil da Bahia, a investigação aponta que os abusos teriam começado quando a menina tinha apenas 9 anos. O caso veio à tona depois que a adolescente engravidou, em decorrência da violência sexual investigada.
A prisão ocorreu após a Justiça decretar a prisão preventiva do suspeito, a pedido da Polícia Civil.
Caso foi descoberto após atendimento à adolescente
As investigações começaram no dia 31 de agosto, depois que o Conselho Tutelar de Castelo Branco comunicou às autoridades a abertura de um procedimento para a realização de aborto legal envolvendo a adolescente, que teria sido vítima de violência sexual.
A partir da comunicação, os investigadores passaram a apurar as circunstâncias da gravidez e a possível violência sofrida pela menina.
Durante as diligências, a Polícia Civil realizou oitivas e reuniu elementos que, segundo a investigação, apontaram para a prática do crime.
Com base nas informações obtidas, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido foi analisado pelo Poder Judiciário e posteriormente deferido.
Investigação aponta abusos durante anos
Conforme as informações reunidas pela Polícia Civil, a violência teria ocorrido de forma prolongada, começando quando a vítima ainda era criança.
A investigação agora busca esclarecer todas as circunstâncias do caso e reunir outros elementos que possam contribuir para a responsabilização do suspeito.
Por envolver uma vítima menor de idade, detalhes que possam levar à identificação ou exposição da adolescente são preservados.
Suspeito permanece preso
Após o cumprimento do mandado, o homem foi levado para os procedimentos legais e permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário.
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A investigação está sob responsabilidade da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra a Criança e ao Adolescente (DERCCA), unidade vinculada ao Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV).
O caso segue em apuração, e o homem é considerado investigado até eventual condenação pela Justiça.



