Mais de 200 policiais participam, nesta quinta-feira (8), da Operação Termópilas, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia contra integrantes de uma facção criminosa investigada por uma série de crimes violentos.
As equipes cumprem mandados judiciais em Salvador, outras duas cidades da Bahia e em São Paulo. Segundo a polícia, o grupo tem ligação com extorsões mediante sequestro, homicídios, tráfico de drogas e comércio ilegal de armas.
Oito meses de investigação levaram à operação
A Polícia Civil passou oito meses reunindo informações sobre a atuação dos investigados.
Durante esse período, equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic) e do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) analisaram ocorrências de sequestros e homicídios.
Além disso, os investigadores cruzaram informações que apontaram possíveis ligações dos alvos com o tráfico de drogas, o comércio ilegal de armas de fogo e a organização criminosa.
A partir desses dados, a polícia identificou pessoas que, segundo as investigações, teriam participação na estrutura do grupo.
Facção é investigada por crimes violentos
A operação concentra esforços contra uma organização apontada pela Polícia Civil como responsável por diferentes modalidades criminosas.
Entre os crimes investigados estão extorsão mediante sequestro e homicídio. Além disso, a polícia apura a possível participação dos suspeitos no tráfico de drogas e de armas.
Dessa forma, a Operação Termópilas busca não apenas prender os investigados, mas também reunir novas provas sobre o funcionamento da organização.
Ação reúne forças de segurança da Bahia e de São Paulo
Para cumprir as ordens judiciais, a Polícia Civil mobilizou diferentes unidades especializadas.
A operação conta com a participação da Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), do Departamento de Polícia do Interior (Depin) e do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV).
Além disso, a Polícia Militar da Bahia participa da ação.
Em São Paulo, equipes do Deic da Polícia Civil paulista também atuam no cumprimento das medidas judiciais.
Investigação pode revelar novos integrantes
Agora, os investigadores devem analisar documentos, celulares e outros materiais recolhidos durante o cumprimento dos mandados.
Esses elementos podem ajudar a polícia a identificar novas pessoas ligadas ao grupo e esclarecer a participação individual dos investigados.
Enquanto as equipes avançam nas diligências, a Polícia Civil também deve aprofundar a apuração sobre os homicídios e sequestros relacionados à organização.
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Por fim, a Operação Termópilas continua em andamento, e novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades após o cumprimento das ordens judiciais.



