Um pastor identificado como Rafael Átila Teles foi preso nesta sexta-feira (9), suspeito de abusar sexualmente de pelo menos nove crianças na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, a Polícia Civil investigou denúncias de crimes que teriam ocorrido durante vários anos nos municípios de Nilópolis e São João de Meriti.
Após cerca de um ano de apuração, a polícia indiciou o suspeito por estupro de vulnerável. Além disso, a Justiça expediu um mandado de prisão preventiva no dia 29 de setembro.
Denúncias revelaram possíveis novas vítimas
Uma das jovens que procuraram as autoridades relatou que os abusos teriam começado quando ela tinha apenas seis anos. Segundo o relato divulgado pela imprensa, ela permaneceu em silêncio por aproximadamente uma década antes de denunciar o caso.
A jovem afirmou que decidiu procurar a polícia também para tentar impedir que outras crianças passassem por situações semelhantes.
Além disso, depois da primeira denúncia, outras famílias procuraram as autoridades e relataram possíveis casos envolvendo o investigado. As informações passaram a integrar a apuração policial.
Suspeito foi localizado no interior do estado
A prisão ocorreu após a Justiça autorizar a medida preventiva. O homem foi localizado no interior do Rio de Janeiro e conduzido à delegacia de Itaperuna, onde a prisão foi registrada.
O caso tramita sob segredo de Justiça. Por isso, as autoridades não divulgaram todos os detalhes das investigações nem informações que possam identificar as vítimas.
Defesa nega as acusações
Em nota divulgada à imprensa, a defesa de Rafael Átila Teles afirmou que ele nega as acusações e sustenta sua inocência. Os advogados também alegaram que apresentarão elementos para contestar pontos das denúncias durante o processo.
A investigação agora segue para as próximas etapas judiciais.
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Enquanto isso, o caso reforça a importância de acolher denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes e de permitir que as autoridades apurem os fatos com proteção às vítimas e respeito ao devido processo legal.



